terça-feira, 9 de setembro de 2008

Google Chrome: primeiras impressões

Dei uma primeira testada no Chrome, o novo navegador lançado pelo Google na semana passada. Por enquanto ele está só disponível para Windows, mas versões para Mac e Linux estão prometidas para logo.

A primeira vista, o visual não impressiona muito, tudo bem clean, bem ao estilo do google. Gostei, porém algumas opções ficam escondidinhas nos botões de menu e estamos acostumados a acessá-las por ícones. De fato, não há um menu convencional, com Arquivo, Editar, Exibir, etc. A primeira vista é estranho, mas a consequência direta disso é que sobra mais espaço para a navegação. É como navegar com o firefox usando o modo tela inteira (F11). Legal e não chega a encomodar.

Agora o destaque para mim foi mesmo a velocidade... Achei imprecionante!!!! Já tinha ouvido falar que o webkit (framework do Chrome) era mais rápido, mas para mim isto não é justificativa. Basta baixar dos repositórios do Hardy o midori, que é um browser em GTK que utiliza o webkit para ver a diferença entre ele e o Midori. O Chrome, pelo menos até agora deve ser o navegador mais rápido atualmente. E isso se deve ao fato do V8 (o engine de javascript utilizado por ele). A performance do Chrome rodando em Windows XP foi muito superior ao do Midori, do Opera e do Firefox rodando em Linux. E olha que o Linux é muito mais rápido do que o Windows como o assunto é internet, isto porque ao contrário do Windows, o Linux não precisa de nenhuma camada de compatibilidade com o protocolo TCP/IP, como por exemplo o Winsocks. Nele o protocolo é nativo.

A interface clean, enxuta de fácil compreenção, juntamente com a facilidade, para mim foram as duas características mais interessantes nele. Além disso vale resaltar também a aba de navegação segura (que se não me engano é aberta com Crtl+N ou através do ícone) e que não deixa rastros no computador.

De resto, creio que não seja nada que não possa ser incorporado pelos outros navegadores posteriormente.

Dentro em breve a Fundação Mozilla irá lançar a versão 3.1 do Firefox, que contará com um engine de javascript chamado tracemonkey. Quem já testou, diz que é mais rápido ainda do que o V8 do Chrome. Só nos resta agora esperar pelos dois lançamentos.

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